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O seu Ábaco Arquitetura agora é Ábaco Arquitetura & Design Ambiental, uma nova empresa comprometida com a qualidade, a economia e a sustentabilidade da sua casa, do seu escritório, e da sua cidade. Com projetos realizados no Distrito Federal e em Goiás, atendemos a uma ampla gama de clientes com necessidades diversificadas.
No Ábaco você encontra uma equipe técnica de alto padrão. Para você, buscamos as soluções mais elegantes, funcionais, econômicas e ecológicas. Venha criar conosco o seu empreendimento ou a casa dos seus sonhos, e adquira o diferencial de um projeto do Ábaco. Entre as realizações dos nossos membros estão projetos residenciais, comerciais e institucionais, loteamentos e outros projetos de urbanização. Nossa equipe diversificada atende a todas as suas aspirações, oferecendo um pacote integrado de serviços que pode incluir todas as etapas do projeto, construção e identidade visual do seu espaço.
Num país atrasado como o nosso, os antigos paradigmas do primeiro mundo de cinqüenta anos atrás, já há muito superados por lá, são o atual credo por nossas bandas. O caso de amor do Brasil com o asfalto, por exemplo, vai além de qualquer argumento racional quanto à utilidade desse material para a pavimentação das ruas. O asfalto, no Brasil, não é apenas um material: é um símbolo de uma certa idéia (retrógrada) de “progresso” que se impõe contra todas as evidências. Vide o caso de uma rua recentemente asfaltada em São Bernardo do Campo:
Esse tipo de barbaridade é recorrente no Brasil, mas se servir de (sádico) consolo não é só por aqui que essas coisas acontecem. O site La tribune de l'art noticiou que, em junho deste ano, o prefeito de Witzenheim, cidade do leste da França, mandou desfigurar as estátuas que decoravam o exterior de uma capela neogótica de 1862, inscrita no inventário nacional de monumentos históricos (um estágio abaixo do tombamento formal, nesse país).
Um projeto moderno, com visual agradável, e que promove a acessibilidade, coisa rara nos meios de transporte e locomoção atuais, e quem precisa deles que o diga. O VLT irá trazer conforto aos usuários e retirar da W3 os ônibus e vans que hoje, apesar de serem essenciais, causam transtornos não só ao trânsito como aos moradores e lojistas que têm que suportar a poluição do ar e a sonora.
Um artigo publicado hoje na revista The Infrastructurist mostra quatro estudos de caso nos quais o trânsito urbano melhorou depois que vias expressas foram destruídas, e não construídas. Deveria ser leitura obrigatória no Governo do Distrito Federal esses dias. O artigo cita efeitos bem conhecidos, como o da demanda induzida (a auto-estrada é o caminho mais curto até o próximo engarrafamento) e o de decisões individualmente racionais chegando a resultados coletivamente irracionais, para justificar o sucesso de alguns corajosos governos municipais que foram na contramão do senso comum e usaram o suado dinheirinho do contribuinte para fazer a coisa certa, para variar.
Mais uma patada nas teorias conspiratórias de Lord Richard Rogers of Riverside, par de Bretanha: a Prince’s Foundation for the Built Environment, organização criada pelo Príncipe Charles e agora conselheira da incorporadora Qatari Diar no polêmico projeto habitacional do qual Richard Rogers foi recentemente apeado, realizou uma oficina resultando num estudo de viabilidade preliminar para o empreendimento. Resultado: segundo a colunista da revista de mercado imobiliário Property Week Mira Bar-Hillel, em artigo publicado ontem, reproduzindo o urbanismo tradicional de Londres será possível construir mais unidades habitacionais do que no projeto modernista de Rogers, e isso com gabarito mais baixo e considerando uma reserva de espaço público.