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Minha Casa, Minha Vida: Lição de economia contra o estatismo

Uma notícia veiculada hoje no Correio Braziliense vem jogar um balde de água fria no interesse social do programa Minha Casa, Minha Vida, e também dar uma pequena lição de microeconomia a todos. Segundo a notícia, os subsídios e financiamentos especiais do programa contribuíram para uma explosão nos preços de imóveis no Distrito Federal e entorno.

Não sou economista de formação, mas devo ter herdado algum gene econômico dos meus pais e avô. Na faculdade, procurei incluir uma matéria de microeconomia entre as minhas optativas. Uma das coisas que aprendi é que na economia capitalista, o livre-mercado sempre dá um jeito de contornar as tentativas do Estado de torná-lo menos livre.

Papai-arquiteto sabe tudo? O discurso arquitetônico desprezando o leigo

Este post foi inspirado numa discussão que ocorreu recentemente na lista arquitetura@yahoogrupos. Um dos aspectos do debate (não o único, e não necessariamente o mais importante para todos os envolvidos) era a aceitação social de edifícios construídos com contêineres, e até que ponto esse estigma estético deve ser levado em conta pelo arquiteto. Em outros termos, o projeto arquitetônico deve levar em consideração as expectativas, e até mesmo os preconceitos estéticos, dos usuários leigos, ou deve o arquiteto fazer aquilo que ele, individualmente, considera mais apropriado?

 

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