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O seu Ábaco Arquitetura agora é Ábaco Arquitetura & Design Ambiental, uma nova empresa comprometida com a qualidade, a economia e a sustentabilidade da sua casa, do seu escritório, e da sua cidade. Com projetos realizados no Distrito Federal e em Goiás, atendemos a uma ampla gama de clientes com necessidades diversificadas.
No Ábaco você encontra uma equipe técnica de alto padrão. Para você, buscamos as soluções mais elegantes, funcionais, econômicas e ecológicas. Venha criar conosco o seu empreendimento ou a casa dos seus sonhos, e adquira o diferencial de um projeto do Ábaco. Entre as realizações dos nossos membros estão projetos residenciais, comerciais e institucionais, loteamentos e outros projetos de urbanização. Nossa equipe diversificada atende a todas as suas aspirações, oferecendo um pacote integrado de serviços que pode incluir todas as etapas do projeto, construção e identidade visual do seu espaço.
O Ábaco Arquitetura & Design Ambiental agora é uma empresa membro do Green Building Council Brasil, a principal organização não-governamental brasileira voltada para a construção sustentável e representante oficial do LEED, o “selo verde” para edificações mais conhecido no mundo.
A Faculdade UnB de Planaltina — FUP apresenta até o dia 21 de agosto a exposição “Planaltina: da pré-história aos dias atuais”. No dia 20 de agosto, às 9h30, no auditório da FUP, e novamente às 20h do mesmo dia na Igrejinha de São Sebastião, ocorrerá o lançamento do documentário A festa do divino Espírito Santo.
A Associação dos Analistas Arquitetos do Distrito Federal lançou um blog onde são apresentadas informações culturais sobre a Brasília e debates sobre arquitetura e urbanismo. Segundo Carlos Madson, um dos autores do blog:
Hoje celebramos os 50 anos da inauguração de Brasília. A conjunção astral dessa efeméride com os eventos desse baixo mundo resultou, como de costume, na renúncia a toda e qualquer racionalidade na discussão urbanística dos últimos dias. Por isso, vou me abster de comentar sobre o projeto original, sobre a épica construção da cidade pelos candangos, e de tudo o que está na moda. Quem quiser ler sobre tudo isso que abra o jornal.
Os escândalos políticos dos últimos meses deflagraram uma reação visceral na mídia brasiliense, e não se sabe até que ponto ela reflete a opinião geral da sociedade. A campanha contra a intervenção federal no DF é a principal bandeira levantada, entre outros, pelo Correio Braziliense. Por trás dela vieram mil outras demonstrações de fidelidade eterna, num trem puxado pela eterna brasiliete Conceição Freitas, colunista do mesmo jornal.
A incapacidade da arquitetura e principalmente do urbanismo modernistas de criar cidades propícias à vida humana é bem conhecida e foi proclamada desde os anos 50, a ponto de se tornar um consenso no mundo civilizado — como sempre, o nosso país tem algumas décadas de atraso no assunto — e de alavancar o surgimento de tendências alternativas, principalmente o pós-modernismo em arquitetura e o Novo Urbanismo. Já as limitações específicas do ensino modernista em arquitetura foram reconhecidas mais recentemente.
A Declaração de Viseu, assinada em 2004, é a carta de princípios de uma conferência de urbanistas europeus quanto à formação de futuros arquitetos. A declaração tem como objetivo reformar o ensino de arquitetura, de modo que as conquistas teóricas que superaram o modernismo sejam diretamente incorporadas à formação dos estudantes. Isso porque, na esfera acadêmica, freqüentemente se perpetuam os mesmos princípios e dogmas do modernismo canônico que comprovadamente causaram a degradação do ambiente urbano nos últimos 60 anos. Enquanto o marco teórico foi reformado por diversos arquitetos e críticos, alguns dentro da própria academia, o ensino ainda se dá essencialmente com base numa didática antiquada, onde conceitos estranhos à disciplina — utopia, modernidade e sociologia são alguns dos temas mais populares — continuam a ter precedência sobre o que é verdadeiramente território da arquitetura — construção, utilidade e estética. Ao mesmo tempo, perde-se tempo e energia discutindo meros detalhes do ensino de arquitetura, como saber se o CAD é ferramenta de projeto ou simplesmente um instrumento de desenho.